Situação atual em São Paulo

 
 

Em São Paulo, o Centro de Controle de Doenças divulgou nos últimos dias de dezembro um relatório inquietante ( veja na íntegra no endereço: http://www.cve.saude.sp.gov.br/agencia/bepa48_lva.htm  )

Deste relatório destacamos apenas um trecho:

A taxa de letalidade observada em 2006 foi de 4,5%, no entanto, com a expansão da doença para novos municípios verifica-se o aumento desta taxa para 8,5%, até novembro de 2007. A explicação para este fato pode ser devido ao diagnóstico tardio ou mesmo a falha na conduta terapêutica. As maiores taxas de letalidade foram observadas nos municípios com registro de 1 º caso humano, variando de 25 a 100%, contudo, se observa um aumento da taxa de letalidade no município de Bauru (5,5%, em 2006 para 20,8%, em novembro de 2007) e em Araçatuba, sem a ocorrência de óbitos no biênio 2005-2006 para 16,2 %, em 2007.

Na região de Embú das Artes, Itapecirica da Serra e Cotia, com cerca de 25 casos por município, não se tem a menor idéia de como está ocorrendo a transmissão, porque não foram coletados em nenhum momento flebotomídios da espécie L. Longipalpis que é o vetor usual da leishmaniose.

E o Ministério da Saúde continua omisso. Não há notícia até o momento de uma campanha de esclarecimento, de orientação ou de prevenção.